Seis semanas de greve<br>na Alemanha
O conflito que opõe os trabalhadores dos serviços públicos locais da Alemanha às entidades empregadoras prossegue pela sexta semana consecutiva após o fracasso de sucessivas rondas negociais.
Com o lixo acumulado nas ruas, creches encerradas, hospitais limitados a serviços mínimos e repartições fechadas, a greve iniciada no estado de Baden-Württemberg, em 6 de Fevereiro, depressa alastrou a 11 dos 16 estados do país.
Em causa está a tentativa de aumentar a jornada semanal de trabalho de 38,5 para as 40 horas sem compensação salarial.
Na passada sexta-feira, 10, no final de uma maratona de negociações que durou 14 horas, o Sindicato Ver.di acusou as entidades empregadoras de inflexibilidade, insistindo no alargamento do horário e na redução dos subsídios de Natal e férias.
Com o lixo acumulado nas ruas, creches encerradas, hospitais limitados a serviços mínimos e repartições fechadas, a greve iniciada no estado de Baden-Württemberg, em 6 de Fevereiro, depressa alastrou a 11 dos 16 estados do país.
Em causa está a tentativa de aumentar a jornada semanal de trabalho de 38,5 para as 40 horas sem compensação salarial.
Na passada sexta-feira, 10, no final de uma maratona de negociações que durou 14 horas, o Sindicato Ver.di acusou as entidades empregadoras de inflexibilidade, insistindo no alargamento do horário e na redução dos subsídios de Natal e férias.